
Piscinas Naturais de Porto Martins
Poças de rocha basáltica onde o Atlântico encontra a vida da aldeia




Sobre
As Piscinas Naturais de Porto Martins ficam na costa sudeste da Terceira, onde prateleiras planas de basalto foram moldadas pelo mar em piscinas naturais calmas e cristalinas. Não há areia aqui — só rocha vulcânica escura, o suave bater da água abrigada do Atlântico e o ritmo tranquilo de uma aldeia piscatória às suas costas. As piscinas estendem-se por cerca de 100 metros ao longo da linha costeira, com uma rampa de acesso em betão que facilita a entrada. As famílias locais nadam aqui há gerações, e o porto de pesca ao lado dá ao lugar um autêntico ambiente açoriano.
Como chegar
A partir da Praia da Vitória, são 10 minutos de carro para sul ao longo da costa — a forma mais fácil de chegar. Há um parque de estacionamento gratuito perto das piscinas, por isso não vais andar à procura de lugar. Se fores de ilha em ilha de barco, os ferries da Atlânticoline ligam à Praia da Vitória, embora os tempos de travessia sejam longos — até 555 minutos desde a Horta. Não há taxa de entrada.
Para quem?
Para casais
O ritmo tranquilo e descontraído aqui convém a casais que querem partilhar um mergulho sem o barulho de uma praia movimentada — só água clara, rocha escura e o som do porto.
Para famílias
As piscinas calmas e abrigadas e a rampa de betão fácil tornam isto uma escolha prática para famílias com crianças que querem nadar em segurança num ambiente genuinamente local — só mantém os mais novos de olho perto das beiras escorregadias da rocha.
A nossa opinião
Pés na areia, olhos no ecrã
As Piscinas Naturais de Porto Martins não vão deslumbrar-te com areia branca ou bares de praia — não é esse o objetivo. O que oferece é algo mais raro no roteiro turístico dos Açores: um local de natação genuinamente local onde a rocha é escura, a água é cristalina e o porto de pesca ao lado lembra-te que isto é uma aldeia trabalhadora, não um resort. O basalto escorregadio é um perigo real, por isso usa sapatos de água e leva a sério a rampa de betão. Vem no verão, vem cedo e vem sem expectativas de uma experiência de praia arranjada. Se isto soar como o teu tipo de tarde, Porto Martins vai entregar-te isso de forma tranquila e sem alarido.
O que fazer
A Relheira do Porto Martins, a apenas 0,9 km de distância, vale a pena um passeio curto — é uma vereda de património local que dá contexto à história da aldeia. Um pouco mais adiante, o Império da Fonte Bastardo e o Império da Ribeira Seca (ambos a menos de 3 km) são capelas tradicionais do Império Açoriano, típicas da cultura do Espírito Santo da Terceira. Se quiseres esticar o dia, o Algar do Carvão — um tubo de lava vulcânica dramático aberto a visitantes — fica a cerca de 15 km para o interior, e o centro histórico classificado pela UNESCO de Angra do Heroísmo vale a viagem de 28 km.
A prateleira plana de basalto ao nível da água é o teu melhor enquadramento — fotografa em hora dourada com as piscinas cristalinas em primeiro plano e o Atlântico aberto atrás.
A rampa de betão e o porto de pesca adjacente juntos fazem uma foto forte que capta o carácter de aldeia trabalhadora de Porto Martins.
Onde comer
O Buzius fica mesmo em Porto Martins e serve marisco que faz sentido dado o porto ao lado — é a escolha óbvia depois de um mergulho. O Os Moinhos fica a 3,2 km para um menu um pouco mais variado, e o Restaurante La Barca, a 4,3 km, oferece tanto clássicos portugueses como pizzas italianas se viajares com gostos mistos.
Onde dormir
A opção de hotel mais próxima é o Salles, a cerca de 5,7 km das piscinas — uma base prática para explorar este troço da costa. Para algo com mais personalidade, o Zenite Boutique Hotel & SPA e o Angra Central Hotel ficam ambos a cerca de 15 km perto de Angra do Heroísmo, colocando-te perto do coração cultural da ilha.
Fotografia
A prateleira plana de basalto ao nível da água faz um primeiro plano forte para fotos amplas — fotografa de manhã cedo quando a luz é baixa e as piscinas refletem o céu com clareza. O porto de pesca adjacente às piscinas acrescenta escala humana e cor; enquadra-o a partir da rampa de betão para uma composição que capte tanto a rocha vulcânica como a aldeia trabalhadora atrás.
É bom saber
Cuidado com os pés a toda a hora — as rochas de basalto ficam escorregadias quando molhadas e um tropeção pode cortar-se feio. A rampa de betão ajuda na entrada de água, mas o terreno de lava limita o acesso em cadeira de rodas para além da própria rampa. Vem entre junho e setembro para as condições mais calmas e quentes; mesmo este canto abrigado do sudeste pode ser agitado por tempestades de inverno em dezembro, janeiro e fevereiro. Chega de manhã para apanhar as piscinas no seu momento mais tranquilo, antes de as famílias locais aparecerem com o sol da tarde.
Mapa
Lugares próximos
Buzius
Os Moinhos
Restaurante La Barca
Imperador (Rei do Peixe)
Senhor Alguidar
Salles
Ermida dos Remedios
Zenite Boutique Hotel & SPA
Angra Central Hotel
Relheira do Porto Martins
Império da Fonte Bastardo
Império da Ribeira Seca
Praia da Vitória Beach
Algar do Carvão
Angra do Heroísmo Historic Centre
O que ver à volta de Praia da Vitória
Praia da Vitória Beach
Praia principal de areia da cidade na costa leste da Terceira com abrigo de marina
Algar do Carvão
Tubo de lava vulcânica e gruta aberto a visitantes no centro da Terceira
Angra do Heroísmo Historic Centre
Centro histórico classificado pela UNESCO com arquitetura colonial portuguesa dos séculos XV a XVIII
Perguntas frequentes
As informações desta ficha são fornecidas a título indicativo e podem evoluir. As condições de acesso, segurança e infraestruturas podem mudar sem aviso prévio. Verifique sempre nas fontes oficiais antes de viajar.
Outras praias na região





Outras praias relaxantes em Açores
Mais praias em Açores
Opiniões sobre esta praia
- Sem opiniões ainda, que pena — deixa a tua e partilha a tua experiência.
Créditos das fotos
Fontes e licenças das fotos exibidas acima.
- Foto 1 — Diego Delso · source · CC BY-SA 4.0
- Foto 2 — Diego Delso · source · CC BY-SA 4.0
- Foto 3 — Diego Delso · source · CC BY-SA 4.0
- Foto 4 — Luca Nebuloni from Milan, Italy · source · CC BY 2.0
