
Praia do Saquinho
Baía esmeralda, silêncio do mangue, zero barulho comercial



Sobre
A Praia do Saquinho fica na costa oeste da Ilha de Santa Catarina, escondida dentro de uma baía abrigada onde a água fica esmeralda e a areia cinza encontra a borda da mata atlântica secundária. Como ela fica de frente para a baía e não para o oceano aberto, a água fica calma e plana — um clima completamente diferente das famosas praias de surf da costa leste de Florianópolis. A enseada é cercada por um ecossistema vivo de mangue, protegido pelas regras ambientais da APA, que mantém a orla livre de bares, guarda-sóis e vendedores. Com cerca de 300 metros de extensão, é compacta e quase sempre vazia, do tipo de lugar onde o som mais alto é o canto de um pássaro lá do alto da copa.
Como chegar
A partir do Pântano do Sul, a praia fica a uns 15 minutos de carro por uma estrada de terra — espere uma chegada sem pavimentação e sem estacionamento formal. Estacione com cuidado na beira da trilha e caminhe até lá. A Cooperbarco opera balsas que conectam partes da ilha, oferecendo uma chegada alternativa de barco. Não há cobrança de entrada, mas as regras de proteção ambiental da APA valem desde o momento em que você chega, então dê uma olhada antes de ir.
Para quem?
Para casais
A orla quase vazia e a ausência total de barulho comercial tornam o Saquinho genuinamente tranquilo para dois — leve um piquenique, ache um cantinho na areia cinza e provavelmente vocês terão a enseada toda só para vocês.
Para famílias
A água calma e plana da baía e as condições seguras para nadar são boas para crianças pequenas, mas a estrada de terra, a falta de estrutura e as regras da APA, que exigem comportamento de mínimo impacto, significam que as famílias precisam vir totalmente preparadas e autossuficientes.
A nossa opinião
Pés na areia, olhos no ecrã
Saquinho é daquele tipo de praia que recompensa quem realmente quer ficar sozinho com a natureza. A proteção da APA fez o seu trabalho — sem quiosques, sem música, sem vendedores, só areia cinza, água esmeralda e um manguezal fazendo o que manguezais fazem. A chegada por estrada de terra e a falta total de infraestrutura de estacionamento filtram quem não está realmente disposto a chegar até aqui, e é exatamente por isso que ela fica vazia. Venha entre dezembro e março para o melhor clima, chegue com tudo o que precisa e saia com tudo o que trouxer. Não é uma praia para um dia preguiçoso de resort — é uma praia para quem entende por que áreas de proteção ambiental existem e quer vivenciar uma de primeira mão. Vale o desvio.
O que fazer
O atrativo natural mais próximo depois da própria praia é a Praia da Solidão, a uns 2km de distância — uma praia isolada na costa sul, acessível por trilha pela mata atlântica, vale a caminhada se suas pernas aguentarem. A Praia do Pântano do Sul, a 3km, é uma praia de vila de pescadores com restaurantes de frutos do mar e os serviços mais próximos. Mais adiante, o Parque Municipal da Lagoa do Peri, a 8km, oferece natação em lagoa de água doce e trilhas próprias da mata atlântica — um bom passeio de meio dia para complementar.
A linha de raízes do mangue, onde a floresta encontra a água esmeralda, é o enquadramento definitivo — fotografe na maré baixa, quando as raízes ficam expostas e o reflexo fica perfeito.
A combinação da areia cinza em primeiro plano com a mata atlântica ao fundo é uma composição que você não encontra nas praias lotadas da costa leste de Florianópolis.
Onde comer
O Bar Restaurante Saquinho fica a apenas 0,2km da praia e é sua única opção real no local — não tem nada para comer ou beber na praia, então planeje direito. Para mais escolha, a Ana Maria e o Perello's ficam por volta de 3,7km de distância perto do Pântano do Sul, e o Golfinho a 4,1km se você quiser uma refeição sentada depois da visita.
Onde dormir
A Pousada Capricornio, a 12,3km da praia, é a opção de hospedagem mais próxima e uma base razoável para explorar o sul da ilha. A Natur Campeche, a 14,1km, oferece uma alternativa com nome eco, que combina com o espírito dessa costa protegida.
Fotografia
A faixa de mangue encontrando a água esmeralda nas bordas da enseada é a foto principal — a luz da manhã cedo, vinda do leste, pega a superfície da baía de forma limpa antes que a névoa se forme. Para um enquadramento mais amplo, posicione-se na linha d'água olhando de volta para a copa da mata atlântica, onde a areia cinza encontra o verde.
É bom saber
As regras da APA não têm negociação aqui: nada de fogueiras, nada de jogar lixo, nada de mexer no mangue — leve tudo o que trouxer de volta. Não é permitida nenhuma atividade comercial na praia, então chegue com tudo o que precisa: água, comida e proteção solar. A orientação da baía na costa oeste significa nenhuma onda e nenhuma agitação do mar — a água é calma e nadar é seguro, mas não é uma praia de ondas. Confira as regras atuais de acesso da APA com a FLORAM antes da visita, pois as restrições podem mudar e o acesso pode ser limitado em certos períodos.
Mapa
Lugares próximos
Bar Restaurante Saquinho
Ana Maria
Perello's
Golfinho
Flamenguinho
Capricornio poasada
Natur Campeche
Praia do Pântano do Sul
Praia da Solidão
Parque Municipal da Lagoa do Peri
O que ver à volta de Florianópolis
Praia do Pântano do Sul
Praia de vila de pescadores com restaurantes de frutos do mar, o ponto de serviço mais próximo.
Praia da Solidão
Praia isolada na costa sul, acessível por trilha pela mata atlântica.
Parque Municipal da Lagoa do Peri
Parque municipal com lagoa de água doce e trilhas de mata atlântica.
Perguntas frequentes
As informações desta ficha são fornecidas a título indicativo e podem evoluir. As condições de acesso, segurança e infraestruturas podem mudar sem aviso prévio. Verifique sempre nas fontes oficiais antes de viajar.
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Créditos das fotos
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